Da puríssima arte dos malabaristas e trapezistas, que se exibiam nas olimpíadas gregas derivaram as atividades circenses que, calcadas na destreza e agilidade humanas, prescindiam do uso de animais.
25 Apr 2007 | por Pietro Croce (Anátomo-patologista, Livre-docente da Universidade de Milão)
O que preocupa os vivissecionistas? Alguns acontecimentos que anunciam para eles um futuro de decadência e, para nós, a ascensão rumo a uma nova cultura que revolucionará a medicina, seja no plano científico, seja no plano pragmático.
25 Apr 2007 | Para evitar que móveis sejam arranhados por gatos, procede-se à remoção cirúrgica de suas garras, ou unhas. Cada ponta do dedo do felino é cortada por um torquês. Faz-se um corte no coxim, que é a parte mais carnuda do dedo para se chegar até o osso, uma vez que não basta expor a garra para se ter acesso à articulação. Muitos veterinários simplesmente cortam a unha na base para evitar o corte nos coxins.
Exceção feita à proibição da entrega dos animais recolhidos pelo Centro de Controle de Zoonoses às instituições de ensino e de pesquisa, o Código Estadual de Proteção aos Animais (Lei 11.977/2005), de autoria do Dep. Ricardo Trípoli, traz aberrações que farão retroceder a causa e a sua tutela em juízo:
Não paira dúvida alguma quanto à natureza cruel da exigência de corte de ferrões e de esporões de peixes em competições de pesca, disposta em norma criada pela Confederação Brasileira de Pesca e de Desportos Subaquáticos, pois os peixes são animais dotados de sensibilidade, como inclusive declara o biólogo e especialista em piscicultura GILSON VOLPATO, do Centro de Aqüicultura da UNESP, docente do Departamento de Fisiologia do Instituto de Biociências da UNESP, em artigo publicado pela Revista Científica Plural, 2000, páginas 9-20: